Fatos que você não conhece...
Ou não quer conhecer
Um guia para conhecer a verdade
que estava escondida há mais de 1600 anos
Fruto de pesquisas e pensamentos de:
Ya’akov Brakhá
Barcarena – Pará
Primeiro Fato:
Yeshua é D-us?
Sabemos que a quase 1600 anos o cristianismo veio tomando forma, corpo tal que na idade média ela foi a maior detentora de bens no mundo todo. De certa forma isso nos faz pensar em uma pergunta no nosso intimo: Como pode uma “religião” que iniciou com pobres e humildes lá no oriente médio vim a se tornar a maior religião do mundo? Logo abaixo irei fazer um resumo do que vem a ser o fundamento e a raiz da cristandade e de suas práticas realizadas até os dias de hoje.
Digo eu cristandade, pois, engloba todos os ramos do cristianismo tanto faz católicos, protestantes e o mais novo ramo chamado de "judeus messiânicos".
O que culminou com a religião cristã no mundo foi um homem chamado Constantino que era imperador de Roma por volta do século III e IV da era comum.
Na época ele veio unindo forças para poder criar um grande império fortificado e único num só pensamento, não só político mais também religioso. Sabemos que a religião de Roma era feita por sincretismos religiosos gregos, babilônicos e egípcios, com os seus mais variados cultos e formas de expressões religiosas que praticava o culto da grande mãe do céu e mãe de D-us e rainha do mundo, isso nos faz lembrar o nome de Maria mãe de Yeshuané? Mais não, ela era Isis mãe do deus Hórus e esposa de Osíris.

Isis e seu filho Hórus ao lado Maria e seu filho Yeshua
Hórus segundo a crença egípcia, nasceu de uma mãe virgem e fez milagres e prodígios no antigo Egito. Hórus é a segunda pessoa da "Trindade" egípcia. Alguns autores sugerem que a história de Yeshua pode ter sido baseada em várias outras histórias de deuses mais antigos, principalmente, Hórus.
Em suas mãos Hórus carrega as chaves da vida da morte e da fertilidade.
Yeshua e ao seu lado Hórus ambos com o circulo solar na cabeça
Uma outra forma de expressão religiosa foi o culto ao D-us Mitra, ele foi venerado de 1400 a.c até 400 d.c o Mitra, o D-us redentor dos persas. Mitra era o filho de Ormuzd e veio para salvar o homem. Era chamado de Senhor e nasceu em uma gruta, no dia 25 de dezembro. Sua mãe também era virgem antes e depois do parto. Uma estrela teria surgido no oriente anunciando seu nascimento. Vieram 3 magos com presentes de incenso, ouro e mirra, e adoraram-no. Mitra aos 29 anos começou a pregar, teve 12 discípulos e foi perseguido, disse coisas marcantes que está no livro sagrado zendavesta frases como “eu sou a maneira a verdade e a luz ”, seu dia sagrado era o domingo, teve uma ultima ceia com seus 12 discípulos onde lhes deu pão e vinho. Após ter sido morto, ressuscitou 3 dias depois, a mesma historia é atribuída a Yeshua, os cristãos copiaram bastante do mitrianismo para a formação do Yeshua histórico.
Fírmico (historiador) descreveu como era a cerimônia dos sacerdotes persas, carregando a imagem de Mitra em um andor pelas ruas, que se baseava na ceia do pão e do vinho que tinham como simbolismo o corpo e o sangue de Mitra que foi morto para redimir os pecados do povo. Externando profunda dor por sua morte. Por outro lado, festejavam alegremente a ressurreição, acendendo os círios pascais e ungindo a imagem com perfumes. O Sumo Sacerdote gritava para os crentes que Mitra ressuscitara, indo para o céu para proteger a humanidade. Mitra prometeu voltar um dia.
Os ritos do budismo, do mitraísmo e do cristianismo são muito semelhantes. O templo mundial dos masdeistas (mitrianistas, zoroastrinos) era em Roma no mesmo lugar onde hoje é o vaticano.
Mitra, antiga divindade persa, rivalizou com o cristianismo apesar de suas similitudes em aspectos como humildade, batismo, comunhão, juízo final e ressurreição, o que facilitou a conversão de seus seguidores à doutrina de Yeshua. Mitra era no tempo do Império Romano, o D-us cultuado pelas camadas mais populares e pelos soldados.
Os primeiros padres cristãos acabaram fazendo um acordo com os adoradores de Mitra, possibilitando que o Cristianismo saísse da clandestinidade e que os adoradores de Mitra fossem absorvidos pela religião nascente, ou seja, o cristianismo.
Como muitos das crenças do Mitrísmo eram semelhantes à dos cristãos, inclusive a crença num Messias que havia ressuscitado, o sincretismo entre as duas religiões foi possível através do apoio que o imperador Constantino deu para acabar com essas rivalidades entre todos esses cultos existentes em Roma.
Com essas crenças pagãs veio a idéia da trindade que não é uma forma de pensar somente dos cristãos mais também uma ideologia muito antiga que remonta até mesmo à crença hindu da trimurti (Brahma, Shiva e Vishnu) e da crença da trindade grega que é a trindade olímpica composta por Zeus, Hades e Posseidom e a trindade egípcia composta por Isis, Osíris e Hórus.
A Trindade Hindu: Brahma, Shiva e Vishnu
Trindade Olímpica Grega: Zeus, Hades e Poseidon
A trindade Egípcia: Osíris, Hórus e Isis
A trindade cristã Deus-Pai, Deus-Filho e Deus Espírito Santo
Podemos observar que de certa ótica o cristianismo se assemelha as demais religiões antigas, todas, menos ao judaísmo que deixou de ser a principal fonte para ser uma religião perseguida pelos cristãos.
Muito nos assusta, pois, observamos que os principais livros judaicos, os escritos e os profetas estão contidos na Bíblia usada pelos cristãos que os mesmos conhecem como o velho testamento, porém, mesmo estando contido em seu livro sagrado, a cristandade não segue a risca o que a Torah (conhecido como Pentateuco) os Neviin (Profetas) e os Ketuvins (Escritos) tornando-se uma religião excluída das vontades de D-us e das leis que ele outorgou para os seus escolhidos.
Hoje a cristandade está dividida em vários ramos e segmentos com linhas de pensamentos diversificados, uns abolindo a trindade e outros seguindo uma forma de dualismo divino, porém, todos esses ramos usam como fonte a mesma bíblia. Há aqueles que promovem adaptações em suas bíblias conforme a sua fé e doutrinas querendo até mesmo dizer que as outras traduções contém erros que podem levar essas pessoas a perdição. O que está em jogo no ramo da fé cristã não é as traduções bíblicas e nem mesmo o nome que eles atribuem para Yeshua, mais sim ao contesto histórico e doutrinário que o sincretismo do passado que foi mesclado no livro que conhecemos por Evangelhos ou como muitas correntes de “juD-us-messiânicos” a chamam de Brit-Chadashá, livro este que foi formado a partir de doutrinas pagãs romanas e composto em suas páginas conforme esses sincretismos em que os romanos eram ótimos pra fazer. Muitos desses cristãos e os “juD-us-messiânicos” querem justificar a sua fé por profecias que outrora foram feitas pelo Eterno para o povo yehudim e atacam uns ao outros por causa do nome do mashiah deles dizendo que o nome verdadeiro não é Yeshuamais sim Yeshua ou Yahushua e até mesmo Yaohoshua... E por pontos de fé em que eles divergem como morada no céu e crença de vida após a morte. O que está em jogo aqui não é nome e nem mesmo os significado dos mesmos, o que está em jogo é que TODAS essas correntes religiosas bebem da mesma fonte, por mais que essa fonte seja alterada por eles mais a água ( a história) é a mesma! Reflitam...
.Abaixo está enumerado os pontos mais importantes da Bíblia em que diz que Yeshua não pode ser D-us e nem D-us pode ser um homem.
Vejamos...
1. A Bíblia diz que D-us não é Homem
A Bíblia diz:
Damidbah (Números) 23:19 “D-us não é homem...”
Hoshea (Oséas) 11:9 “...porque eu sou D-us, e não homem...”
Yeshua é chamado de um homem muitas vezes na Bíblia Cristã aonde poderemos visualizar em algumas passagens que seguintes:
Yohanam (João) 8:40 “...um homem que vos falou a verdade…”
Atos 2:22 “Yeshua, o Netziri, um homem aprovado por D-us para vós com milagres, prodígios e sinais que D-us realizou através dele no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis.”
Atos 17:31 “Ele julgará o mundo através do homem que escolheu”
1. Timóteo 2:5 “...o homem Yeshua”
D-us não é um homem, mas Yeshua, era um homem, portanto, Yeshua não era D-us.
2. A Bíblia diz que D-us Não é um Filho de Homem
Números 23:19 “D-us não é homem...nem filho do homem...”
A Bíblia freqüentemente chama Yeshua de “um filho do homem” ou “o filho do homem.”
Mattityahu (Mattityahu (Mateus)) 12:40 “...assim ficará o filho do homem...”
Mattityahu (Mattityahu (Mateus)) 16:27 “Porque o filho do homem há de vir...”
Mattityahu (Mattityahu (Mateus)) 16:24-28 “...antes de terem visto chegar o filho do homem com o seu reino.”
Marku 2:10 “Mas para que saibais que o filho do homem tem autoridade...”
Yohanam (João) 5:27 “...porque é o filho do homem.”
Nas escrituras hebraicas, o “filho do homem” também é usado muitas vezes falando de pessoas (Jó 25:6; Salmos 80:17; 144:3; Ezequiel 2:1; 2:3; 2:6; 2:8; 3:1; 3:3; 3:4; 3:10; 3:17; 3:25).
Uma vez que D-us não Se contradiria ao primeiro dizer que Ele não é filho de um homem, e depois se tornar um ser humano que era chamado de “o filho do homem”, ele não o fez. Lembre que D-us não é o autor de confusão.
3. A Bíblia Diz que Yeshua Negou ser D-us.
Lucas 18:19 Yeshua falou a um homem que o chamou de “bom,” perguntando-lhe, “Por que me chamas de bom? Ninguém é bom exceto D-us.”
Mattityahu (Mateus) 19:17 E ele lhe disse, “Por que me perguntas sobre o que é bom? Existe apenas Um que é bom; mas se queres entrar na vida, guarda os mandamentos.”
Yeshua não ensinou às pessoas que ele era D-us. Se Yeshua tivesse dito às pessoas que era D-us, ele teria saudado o homem. Ao invés disso, Yeshua o repreendeu, negando ser bom, ou seja, Yeshua negou que fosse D-us.
4. A Bíblia Cristã diz que D-us é Maior que Yeshua
Yohanam (João) 14:28 “Meu Pai é maior que eu.”
Yohanam (João) 10:29 “Meu Pai é maior que todos.”
Yeshua não pode ser D-us se D-us é maior que ele. A crença cristã de que o Pai e o filho são iguais está em contraste direto com as palavras claras de Yeshua.
5. Yeshua Nunca Instruiu Seus Discípulos a Adorá-lo ou ao Ruach Hakodesh (Espírito Santo), mas a D-us e a D-us Somente
Lucas 11:2 “Quando orardes, dizei Nosso Pai que está no céu.”
Yohanam (João) 16:23 “Naquele dia, nada me perguntareis. Se pedirdes alguma coisa ao Pai, ele vo-la concederá em meu nome.”
Yohanam (João) 4:23 “Mas a hora vem e agora é, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura aqueles que assim o adorem.”
Se Yeshua fosse D-us, ele teria buscado adoração para si mesmo. Uma vez que ele não o fez, ao invés disso buscou adoração para D-us nos céus, ele, portanto, não era D-us.
6. A Bíblia Cristã diz que Yeshua Reconheceu, Orou & Adorou o Único Verdadeiro D-us
Yeshua orou a D-us com as palavras:
Yohanam (João) 17:3 "...que eles conheçam a ti, o único verdadeiro D-us, e Yeshua , que enviastes.”
Yeshua orou a D-us toda a noite:
Lucas 6:12 “ele continuou durante toda a noite em oração a D-us.”
...porque:
Mattityahu (Mateus) 20:28: O filho do homem não vem para ser servido, mas para servir.
Como Yeshua orou a D-us?
Mattityahu (Mateus) 26:39 “...ele prostrou-se com o rosto em terra e orou, dizendo, ‘Meu Pai...”
Até Paulo disse:
Hebreus 5:7 “Durante os dias da vida de Yeshua na terra, ele ofereceu orações e súplicas com clamor e lágrimas ao que podia livrá-lo da morte, e ele foi ouvido por causa de sua reverência.”
Para quem Yeshua estava orando quando prostrou-se com seu rosto em terra com grande clamor e súplicas? Para si mesmo? Yeshua estava chorando para suplicar a si mesmo ser salvo da morte? Nenhum homem são ou insano, ora para si mesmo! Certamente a resposta deve ser um sonoro ‘Não.’ Yeshua estava orando para “o único verdadeiro D-us.” O D-us de quem Yeshua era servo, Aquele que o enviou. Pode haver uma prova mais clara de que Yeshua não era D-us?
7. A Bíblia Cristã diz que os discípulos não acreditavam que Yeshua era D-us.
Os Atos dos Apóstolos na Bíblia Cristã detalha a atividade dos discípulos em um período de trinta anos após Yeshua. Ao longo desse período, eles nunca se referiram a Yeshua como D-us. Por exemplo, Kefá (Pedro) se levantou com os onze discípulos e se dirigiu à multidão dizendo:
Atos 2:22 “Homens de Israel, ouçam estas palavras: Yeshua Netzirii era um homem aprovado por D-us entre vós por milagres, prodígios e sinais, que D-us por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis.”
Para Kefá (Pedro), Yeshua era um servo de D-us (confirmado em Mattityahu (Mateus) 12:18):
Atos 3:13 “O D-us de Avraham, Yitzhak e Ya’akov, o D-us de nossos antepassados, glorificou seu servo Yeshua.”
Atos 3:26 “D-us suscitou seu servo...”
Os discípulos oraram a D-us como foram ordenados por Yeshua em Lucas 11:2, e consideravam Yeshua como servo de D-us,
Atos 4:24 “...eles elevaram suas vozes unanimemente em oração a D-us. ‘Adon (Senhor),’ eles disseram, ‘tu que fizestes os céus, a terra e o mar, e tudo que neles há.’”
Atos 4:27 “...teu santo servo Yeshua, ao qual ungiste.”
Atos 4:30 “...de Teu santo servo Yeshua.”
8. A Bíblia Cristã diz que Yeshua era um servo de D-us.
Mattityahu (Mateus) 12:18 “Eis aqui o meu servo que escolhi, em quem a minha alma se compraz.”
Se Yeshua é servo de D-us, Yeshua não pode ser D-us.
9. A Bíblia Cristã diz que Yeshua não podia Fazer Nada por Si Mesmo.
Yohanam (João) 5:19 “O filho de si mesmo nada pode fazer; senão o que vir o Pai fazer.”
Yohanam (João) 5:30 “Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma.”
Yeshua não se considerava igual a D-us, ao contrário, ele negou fazer qualquer coisa por si mesmo.
10. A Bíblia Cristã diz que D-us realizou milagres “através de Yeshua” e Yeshua era limitado no que ele podia fazer.
Mattityahu (Mateus) 9:8 “E as multidões, vendo isso, temeram, e glorificaram a D-us, que dera tal autoridade aos homens.”
Atos 2:22 “um homem aprovado por D-us para vós com milagres, prodígios e sinais que D-us realizou através dele no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis.”
Atos 10:38 “...ele andou por toda a parte fazendo o bem e curando a todos os oprimidos pelo diabo, porque D-us estava com ele.”
Se, fosse D-us, a Bíblia Cristã simplesmente diria que o próprio Yeshua fez milagres, sem fazer referência a D-us. O fato de que era D-us suprindo o poder para os milagres mostra que D-us é maior que Yeshua.
Yeshua também era limitado na realização de milagres. Uma vez Yeshua tentou curar um cego, o homem não foi curado após a primeira tentativa, e Yeshua tentou uma segunda vez (Marku 8:22-26). Uma vez uma mulher foi curada de sua hemorragia incurável. A mulher veio por trás dele e tocou seu manto, e ela foi imediatamente curada. Mas Yeshua não tinha idéia de quem o tocou:
Marku 5:30 “E logo Yeshua, percebendo em si mesmo que saíra dele poder, virou-se no meio da multidão e perguntou, ‘Quem me tocou as vestes?’”
Marku 6:5 “Ele não podia fazer ali nenhum milagre, a não ser curar alguns enfermos, impondo-lhes as mãos.”
De forma muito óbvia, alguém com tais limitações não pode ser D-us. O poder dos milagres não estava dentro de Yeshua.
11. A Bíblia Cristã diz que em momentos de fraqueza os anjos fortaleciam Yeshua; D-us, entretanto, não precisa ser fortalecido.
Lucas 22:43 “Então lhe apareceu um anjo do céu, que o confortava.”
Marku 1:13 “E esteve no deserto quarenta dias sendo tentado por Satanás; estava entre as feras, e os anjos o serviam.”
Homens precisam ser fortalecidos; D-us não, porque D-us é Todo-Poderoso. Se Yeshua tinha que ser fortalecido, ele não devia ser D-us.
12. A Bíblia Cristã diz que Yeshua queria que a vontade de D-us fosse feita, não a sua própria.
Lucas 22:42: “não se faça a minha vontade, mas a tua.”
Yohanam (João) 5:30 “Eu não procuro a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.”
Yohanam (João) 6:38 “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.”
Alguns membros da Trindade coigual são subservientes, e menos iguais, que os outros membros? Mesmo que tenham vontades diferentes (“eu não procuro a minha vontade”), eles obedecem sem questionar as ordens dos outros (“a vontade daquele que me enviou”)? Yeshua admite subordinar sua própria vontade, ainda assim de acordo com a doutrina trinitariana eles devem ter todos a mesma vontade. Um dos parceiros triunos deve abrir mão de sua própria vontade em favor da vontade de outro membro da Trindade? Não devem ter todos exatamente a mesma vontade?
13. A Bíblia Cristã diz que Yeshua considerava o testemunho de D-us como separado do seu.
Yeshua considerava a si próprio e a D-us como dois, não “um.”
Yohanam (João) 8:17 e 18: “Eu dou testemunho de mim mesmo e o Pai que me enviou também dá testemunho de mim.”
Yohanam (João) 14:1 “Não se turbe o vosso coração. Credes em D-us, crede também em mim.”
Se Yeshua fosse D-us, ele não teria considerado o testemunho de D-us como separado do seu.
14. A Bíblia Cristã diz que Yeshua é subordinado a D-us
1 Coríntios 11:3 “Quero, entretanto, que saibais ser , o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e D-us, o cabeça de ,.”
1 Coríntios 15:28 “E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o próprio Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que D-us seja tudo em todos.”
Uma vez que Yeshua era subordinado a D-us, ele não era D-us.
15. A Bíblia Cristã diz que Yeshua cresceu em sabedoria e aprendizado, mas D-us é Sábio e não precisa aprender
Yeshua cresceu em sabedoria, mas D-us é Sábio:
Salmos 147:5 “Grande é o Adon (Senhor) nosso e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.”
Lucas 2:52 “E Yeshua crescia em sabedoria.”
D-us não precisa aprender, mas Yeshua aprendeu.
Hebreus 5:8 “Embora sendo um filho, ele aprendeu obediência...”
16. A Bíblia Cristã diz que Yeshua tinha conhecimento limitado, mas o conhecimento de D-us é infinito.
Marku 13: 32 “Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai.”
Uma vez que Yeshua, não sabia, ele não era onisciente e, portanto, ele não podia ser D-us cujo conhecimento a tudo abrange.
17. A Bíblia Cristã diz que Yeshua foi tentado, mas D-us não pode ser tentado
Hebreus 4:15 “tentado de todas as formas - assim como nós”
Ya’akov (Tiago) 1:13 “porque D-us não pode ser tentado pelo mal”
Uma vez que D-us não pode ser tentado, mas Yeshua foi, então, Yeshua não era D-us.
18. A Bíblia Cristã diz que os ensinamentos de Yeshua eram de D-us, NÃO do próprio Yeshua
Yohanam (João) 7:16 “Respondeu-lhes Yeshua: O meu ensino não é meu, e sim daquele que me enviou.”
Yeshua não poderia ter dito isso se ele fosse D-us porque a doutrina teria sido dele.
19. A Bíblia Cristã diz que Yeshua morreu, mas D-us não pode morrer
A Bíblia Cristã ensina que Yeshua morreu. D-us não pode morrer. Romanos 1:23 e outros versos dizem que D-us é imortal. Imortal significa “não sujeito à morte.” Esse termo se aplica apenas a D-us.
20. A Bíblia Cristã diz que Yeshua viveu por causa de D-us
Yohanam (João) 6:57 “eu vivo pelo Pai.”
Yeshua não pode ser D-us porque ele depende de D-us para sua própria existência.
21. A Bíblia Cristã diz que os poderes de Yeshua foram dados a ele.
Mattityahu (Mateus) 28:18 “Toda a autoridade me foi dada...”
D-us é Todo-Poderoso, ninguém dá a D-us Seus poderes, de outra forma Ele não seria D-us porque Ele seria fraco. Portanto, Yeshua não podia ser D-us.
22. A Bíblia Cristã diz que Yeshua foi ensinado e ordenado por D-us
Yohanam (João) 8:28 “...mas falo como o Pai me ensinou.”
Yohanam (João) 12:49 “...o Pai, que me enviou, esse me tem prescrito o que dizer e o que anunciar.”
Yohanam (João) 15:10 “...eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai...”
Ninguém pode ensinar D-us, de outra forma D-us não seria Sábio e estaria em débito com Seu professor. Uma vez que Yeshua foi ensinado e comandado por D-us, Yeshua não pode ser D-us. O professor e o aluno, o comandante e o comandado não são um.
23. A Bíblia Cristã diz que D-us fez Yeshua “Adon (Senhor)”
Atos 2:36 “D-us o fez Adon (Senhor) e ,.”
“Adon (Senhor)” é usada em muitas formas na Bíblia, e outros além de D-us e Yeshua são chamados de “Adon (Senhor).” Por exemplo:
1) proprietários (Mattityahu (Mateus) 20:8)
2) chefes de família (Marku 13:35)
3) donos de escravos (Mattityahu (Mateus) 10:24)
4) maridos (1 Kefá (Pedro) 3:6)
5) um filho chamou seu pai de Adon (Senhor) (Mattityahu (Mateus) 21:30)
6) o Imperador romano foi chamado de Adon (Senhor) (Atos 25:26)
7) As autoridades romanas foram chamadas de Adon (Senhor) (Mattityahu (Mateus) 27:63)
“Adon (Senhor)” não é o mesmo que “D-us.” “Adon (Senhor)” (a palavra grega é kurios) é um título masculino de respeito e nobreza usado muitas vezes na Bíblia. Se Yeshua fosse D-us, então a Bíblia dizer que ele foi “feito” Adon (Senhor) não teria sentido.
24. A Bíblia Cristã diz que Yeshua estava abaixo dos anjos
Hebreus 2:9 “Vemos, todavia, aquele que, por um pouco, tendo sido feito menor que os anjos, Yeshua,...”
D-us, o Criador dos anjos, não pode estar abaixo de Sua própria criação, mas Yeshua estava. Portanto, Yeshua não era D-us.
25. A Bíblia Cristã diz que Yeshua chamou o Pai “meu D-us”
Mattityahu (Mateus) 27:46 “D-us meu, D-us meu, por que me desamparaste?”
Yohanam (João) 20:17 “Subo para meu Pai e vosso Pai, para meu D-us e vosso D-us.”
Apocalipse 3:12 “...o santuário de meu D-us...o nome de meu D-us...a cidade de meu D-us...desce do céu vinda da parte de meu D-us.”
Yeshua não pensava sobre si mesmo como D-us, ao contrário, o D-us de Yeshua é o mesmo nosso.
26. A Bíblia Cristã diz que D-us não pode ser visto, mas Yeshua era
Yohanam (João) 1:18 “Ninguém jamais viu a D-us.”
27. A Bíblia Cristã diz duas vezes que Yeshua foi acusado de ser D-us, mas que ele negou.
De acordo com a Bíblia Cristã, em apenas duas situações os Yehudim se opuseram a Yeshua com base nele pretender ser D-us ou igual a D-us. Se Yeshua, que D-us o exalte, tivesse clamado ser D-us, ele provavelmente teria enfrentado oposição com mais freqüência. Porque nessas duas situações, quando acusado, em um caso, de se fazer de D-us, e em outro, de se fazer igual a D-us, ele negou as acusações. Em resposta à acusação de ser um igual a D-us, ele disse imediatamente:
Yohanam (João) 5: 19,30 “o Filho nada pode fazer de si mesmo, senão somente aquilo que vir fazer o Pai”; e imediatamente depois:
“Eu nada posso fazer de mim mesmo;”
Em resposta à acusação de se fazer de D-us, ele apela aos yehudim da seguinte maneira: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: sois D-use? Se ele chamou D-us àqueles a quem foi dirigida a palavra de D-us, e a Escritura não pode falhar, então, daquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, dizeis: Tu blasfemas; porque declarei: sou Filho de D-us? (Yohanam (João) 10:34-36)
É improvável que essa tenha sido a resposta real de Yeshua. Hastings em “The Dictionary of the Bible (O Dicionário da Bíblia)” diz, “Se Yeshua se referiu dessa forma a si mesmo é duvidoso.” A enciclopédia de Grolier, sob o título “YeshuaCristo,” diz, “é incerto se a linguagem Pai/Filho (Marku 18:32; Mattityahu (Mateus) 11:25-27; Yohanam (João), em alguma passagens) se refere ao próprio Yeshua.” Um professor da Universidade de Richmond, Dr. Robert Alley, após pesquisa considerável em documentos antigos recém-descobertos conclui que:
“...As passagens (bíblicas) onde Yeshua fala sobre o Filho de D-us são adições posteriores...que a igreja disse a respeito dele. Essa alegação de divindade para si próprio não teria sido consistente com todo o seu estilo de vida, da forma como podemos reconstruí-lo. Durante as primeiras três décadas após a morte de Yeshua o Cristianismo continuou como uma seita dentro do Judaísmo. As primeiras três décadas de existência da igreja foram dentro da sinagoga. Teria sido inimaginável eles (seguidores) terem claramente proclamado a divindade de Yeshua.”
Supondo que Yeshua disse que ele era “filho” de D-us. O que isso significava? Nós primeiro precisamos saber a língua de seu povo, a língua dos yehudim para quem ele estava falando.
Primeiro, a maioria das pessoas pensam que não existem outros versos que contradizem ou dão filiação divina a outras pessoas no Tanak ou Evangelhos. Mas de acordo com a Bíblia D-us teve uma quantidade razoável de “filhos”: Adão,[1] Ya’akov é filho de D-us e primogênito[2], Shlomo (Salomão)[3], Efraim[4] é primogênito de D-us, pessoas comuns eram chamadas de filhos de D-us. [5] Todos os quatro Evangelhos registram Yeshua dizendo, “Abençoados são os pacificadores; eles serão chamados filhos de D-us.”
A palavra “filho” não pode ser aceita literalmente porque na Bíblia, D-us aparentemente trata muitos de seus servos escolhidos como “filho” e “filhos.” Os hebreus acreditavam que D-us é Um, e não tinha nem esposa ou filhos em qualquer sentido literal. Portanto, é óbvio que a expressão “filho de D-us” significava meramente “Servo de D-us”; alguém que, por causa do seu serviço fiel, era próximo e querido de D-us como um filho é para o seu pai. Os cristãos que vieram de uma origem grega ou romana, posteriormente fizeram mau uso desse termo. Em sua herança, “filho de D-us” significava uma encarnação de um D-us ou alguém nascido de uma união física entre D-uses. Isso pode ser visto em Atos 14:11-13, onde lemos que quando Shaul (Paulo) e Barnabás pregavam em uma cidade da Turquia, os pagãos clamaram que eles eram elohás (D-uses) encarnados. Eles chamaram Barnabás de Zeus, uma deidade romana, e Paulo de Hermes, outro deidade romana.
Além disso, nos evangelhos as palavras gregas traduzidas como “filho” são “pias” e “paida” que significam “servo,” ou “filho no sentido de servo.” Elas são traduzidas para “filho” em referência a Yeshua e “servo” em referência a todos os outros em algumas traduções da Bíblia. Assim, consistente com outros versos, Yeshua estava simplesmente dizendo que ele é servo de D-us.
Problemas Adicionais com a Trindade
Para um cristão, D-us tinha que assumir a forma humana para compreender a tentação e o sofrimento humano, mas o conceito não é baseado em quaisquer palavras claras de Yeshua. Em contraste, D-us não precisa ser tentado e sofrer para ser capaz de compreender e perdoar os pecados do homem, porque Ele é o Criador do homem, Onisciente. Isso está expresso no verso:
Shemot (Exodo) 3:7 “Disse ainda o Adon (Senhor): Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento;’”
D-us perdoou os pecados antes do aparecimento de Yeshua, e Ele continua a perdoar sem qualquer assistência. Quando um crente peca, ele pode se apresentar perante D-us em arrependimento sincero para receber o perdão. De fato, a oferta de se humilhar perante D-us e ser salvo é feita a toda a humanidade.
Yeshaiahu (Isaías) 45:21-22, compare Jonas 3:5-10 “Pois não há outro D-us, senão eu, D-us justo e Salvador não há além de mim. Olhai para mim e sede salvos, vós, todos os limites da terra; porque eu sou D-us, e não há outro.”
Biblicamente, as pessoas podem receber perdão dos pecados diretamente de D-us através de arrependimento sincero. Isso é verdade em todos os tempos e em todos os lugares. Nunca houve necessidade de um suposto papel intercessor de Yeshua na obtenção de expiação. Os fatos falam por si. Não existe verdade na crença cristã de que Yeshua morreu por nossos pecados e de que a salvação se dá somente através de Yeshua. E sobre a salvação das pessoas antes de Yeshua? A morte de Yeshua não traz nem expiação do pecado, nem é de forma alguma o cumprimento de profecia bíblica.
Os cristãos alegam que no nascimento de Yeshua ocorreu o milagre da encarnação de D-us na forma de um ser humano. Dizer que D-us se tornou de fato um ser humano convida a um número de perguntas. Deixe-nos perguntar o seguinte sobre o homem-D-us Yeshua. O que aconteceu a seu prepúcio após sua circuncisão (Lucas 2:21)? Ascendeu aos céus, ou se decompôs como qualquer pedaço de carne humana? Durante sua vida o que aconteceu com seu cabelo, unhas e o sangue que saiu de suas feridas? As células de seu corpo morreram como nos seres humanos comuns? Se seu corpo não funcionava de uma forma verdadeiramente humana, ele não podia ser verdadeiramente humano e também verdadeiramente D-us. Ainda assim, se seu corpo funcionasse exatamente de um jeito humano, isso anularia qualquer alegação de divindade. Seria impossível para qualquer parte de D-us, mesmo se encarnado, se decompor em qualquer forma e continuar sendo considerado D-us. O eterno, D-us único, em todo ou em parte, não morre, desintegra ou se decompõe:
Malaquias 3:6 “Porque eu, o Adonai, não mudo;”
A carne de Yeshua resistiu após sua morte? A menos que o corpo de Yeshua nunca tenha sofrido “deterioração” durante sua vida ele não poderia ser D-us, mas se ele não sofreu “deterioração” então ele não era verdadeiramente humano.
A essas perguntas tudo isso nos leva a uma profunda reflexão sobre o papel de D-us para conosco que somos frutos de sua criação.
Ao fato que isso nos leva aperceber que o cristianismo aboliu as leis que o próprio Eterno outorgou para o seu povo Israel, estes pois (o cristianismo) de fato não adoram ao Eterno de Israel, pois, eles não cumprem os preceitos da Torah. Podemos perceber os elementos explícitos nos evangelhos e nas cartas dos apóstolos aonde ele e outros apóstolos dizem que a Torah foi crucificada no madeiro com Yeshua, principalmente o aposto Paulo aonde ele escreve nas cartas descritas abaixo o seguinte:
Romanos 7:4 Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a Torah, pelo sacrifício do corpo de Yeshua, para pertencerdes a outrem, àquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos frutos para D-us.
2ª Coríntios 3:14 Em conseqüência, a inteligência deles permaneceu obscurecida. Ainda agora, quando lêem o Tanak, esse mesmo véu permanece abaixado, porque é só em Yeshua que ele deve ser levantado.
Gálatas 2:19 e 21 Na realidade, pela fé eu morri para a Torah, a fim de viver para D-us. Estou pregado à cruz de Yeshua.
Não menosprezo a graça de D-us; mas, em verdade, se a justiça se obtém pela lei, Yeshua morreu em vão.
Então como podemos perceber nessas passagens do livros cristão, mais conhecido como evangelhos é afirmado que quem está em Yeshua não pode estar na Torah. Agora uma dúvida vem no ar...
Como podemos dizer que existe judaísmo messiânico?
Como fica a posição dos judeus messiânicos?
Como podem os cristãos mais conhecidos por sabáticos como os da adventista e igreja de D-us poder guardar o sábado sendo que a própria bíblia deles diz que Yeshua aboliu o mesmo?
São questões a se pensar e analizar com o máximo de cautela.
Sabemos que o cristianismo tem mais de 2000 anos de existência e tem mudado a cabeça de muitos com as suas idéias. Em tese o cristianismo se torna correto pois eles tem as escrituras deles que os apóiam em suas crenças, mais até aonde sabemos o cristianismo moderno e antigo tem se baseado em escritos totalmente sem fontes fiéis a mesma, pois, ao longo de todo o seu estabelecimento nas sociedades, tiveram aqueles padres e pastores que iam acrescentando e tirando palavras dos seus escritos fazendo com que a pseudo-verdade que hoje existe no meio deles se torne coerente.
No mais todos os cristãos tem estado em mais profunda ignorância acerca das veredas antigas que foi concebido pelo povo do Eterno no deserto e ao pé do monte Sinai. Infelizmente os cristãos não conseguem imaginar o quão lindo e elevado é a comunhão com o Único D-us Vivo que se manifestou e vem se manifestando para o povo dEle ao longo de sua história.
Ao colocarem Yeshua num patamar “Elohaico”, ou seja, divino os cristãos estão cometendo atos de Avodah Azarah (Idolatria) perante o Adon (Senhor) dos mundos, fazendo até imagens de esculturas com essas formas não só de Yeshua mais de outros personagens que são considerados pelos cristãos, na maioria católicos, como santos e dignos de veneração.
Podemos verificar logo afrente que o Eterno não se agrada com as venerações que são dadas a terceiros ou a segundos.
Conforme podemos ver no primeiro mandamento, embora à primeira vista não se refira à idolatria, é de fundamental importância. Todo “D-us” é um ídolo, embora nem todo ídolo seja um “D-us”. O exemplo mais visível desta relação são os ídolos que Rachel (Raquel) rouba, em Bereshit (Gênesis) 31:19-35. Ver também Vaykrá (Levítico) 19:4 e I Crônicas 16:26. Portanto, o primeiro mandamento também proíbe a idolatria. Nesta questão ambos os mandamentos se completam: enquanto o primeiro proíbe ter outros elohás (D-uses) (que não são necessariamente imagens de escultura), o segundo proíbe prostrar-se perante figuras representativas.
Outra fortíssima evidência a respeito de como se constitui um ídolo está em Vaykrá (Levítico) 26:1: “Não fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o Adonai vosso D-us.”
É natural ao ser humano adorar curvando-se. Perceba a ira em Bereshit (Gn) 37:10. Curvar-se perante algo, em qualquer cultura, constitui a demonstração de submissão voluntária (novamente, não necessariamente consciente). É claro que nem em todos os momentos estamos idolatrando o que está em nossa frente; se eu me ajoelhar em frente a uma criança para conversar com ela, não estarei idolatrando, ainda que cumpra as exigências (nome e demonstração). A diferença está na veneração em si: o ser idolatrado, por meio daquela ação, será acalmado ou agradado pelo idólatra.
Um detalhe muito interessante pode ser percebido quando fazemos comparações de certas passagens em textos neo-testamentários, uma vez que o Grego Koinê possui particularidades que não são mais encontradas nos idiomas atuais. Uma informação fundamental deve ser analisada: O dialeto Koinê não apresenta sinônimos. Sendo assim, passagens que em língua portuguesa apresentam os mesmos termos deveriam, no original grego, conter os mesmos termos. Mas não é isto que acontece. Traduções nunca são perfeitas, e sempre carregam, de alguma forma, a parcialidade do tradutor. Vamos analisar as passagens de Mattityahu (Mateus) 15:9 e Apocalipse 19:10. Esta última usa os mesmos termos de Apocalipse 22:8,9.
“Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.” (Mattityahu (Mateus) 15:9)
Texto grego: μάτην δὲ σέβονταί με, διδάσκοντες διδασκαλίας ἐντάλματα ἀνθρώπων.
“E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Yeshua. Adora a D-us; porque o testemunho de Yeshua é o espírito de profecia.” (Apocalipse 19:10)
Texto grego: καὶ ἔπεσα ἔμπροσθεν τῶν ποδῶν αὐτοῦ προσκυνῆσαι αὐτῷ. καὶ λέγει μοι, Ορα μή: σύνδουλός σού εἰμι καὶ τῶν ἀδελφῶν σου τῶν ἐχόντων τὴν μαρτυρίαν Ἰησοῦ: τῷ θεῷ προσκύνησον. ἡ γὰρ μαρτυρία Ἰησοῦ ἐστιν τὸ πνεῦμα τῆς προφητείας.
Uma vez que o grego Koinê não apresenta sinônimos, os verbos σέβομαι e προσκυνέω, nas frases declinados, jamais poderiam apresentar a mesma significação. Seus significados são os seguintes:
σέβομαι (SEBOMAI): Adorar, venerar.
προσκυνέω (PROSKYNEW): Curvar-se ou ajoelhar-se perante algo.
Portanto, a informação passada por Apocalipse 19:10; 22:8,9 é de que só D-us merece esta forma de reverência. Curvar-se perante qualquer outra criatura seria anti-natural.
Outras referências bíblicas podem ser: Shemot (Exodo) 23:24; Devarim (Deuteronômio) 8:19; 17:3; Yehoshua (Josué) 23:16; Yermiahu (Jeremias) 13:10; 25:6; Yeshaiahu (Yeshaiahu (Isaías) ) 2:8-10; 10:10,11; 44:19.
O que podemos entender como idolatria?
1) O que leva alguém a idolatrar?
Como pode ser visto no livros históricos (em especial Juízes e Reis), em todos os momentos nos quais Israel se viu privada da bênção de D-us, ela recorreu aos ídolos. Isto já era previsto: Devarim (Deuteronômio) 31:16. É natural um povo de pouca fé só crer no que vê (imagens de escultura), uma vez que em vários momentos D-us deixou de responder ao seu povo para testá-lo (ou repreendê-lo). Se D-us não aparecia, não falava, não se manifestava e não agia visivelmente, aquele povo (assim como ocorre ainda hoje) viu-se “sem o que adorar”, e voltou-se aos ídolos. Foi isto que aconteceu em Shemot (Exodo) 32:1-20. A imagem de escultura funciona como anteparo psicológico.
A idolatria também é uma doença (Shemot (Exodo) 23:33; 34:15,16; Yeshaiahu (Isaías) 44:9-20). Tendo Salomão se casado com mulheres idólatras de diversas regiões, passou ele também a ser um idólatra (I Reis 11:4-8). E este foi o mesmo Salomão que de D-us recebeu grande sabedoria (I Reis 4:29-34) e que vira a D-us duas vezes (I Reis11:9). A idolatria de Salomão foi o motivo pelo qual a terra dos hebreus foi dividida em dois reinos (Judá ao Sul e Israel ao norte). Note-se, novamente por Yeshaiahu (Isaías) 44:9-20, que o idólatra não é capaz de reconhecer sua própria idolatria, ainda que todos à sua volta que não compartilhem de sua prostituição espiritual mostrem tal verdade a ele; sua conversão é dificil e envolve admitir que é falho e que deve fazer o que é correto e não o que lhe é agradável.
2) Por que D-us odeia a idolatria?
Esta questão é simples. D-us odeia a idolatria porque o ídolo recebe uma honra que só Ele deveria receber. Em algumas passagens do Tanak ou como os cristãos chamam o Velho Testamento, D-us faz questão de afirmar que imagens de escultura são obras das mãos dos homens:
Devarim (Deuteronômio) 4:28; 31:29; I Reis 16:7; II Reis 19:18; Yeshaiahu (Isaías) 17:8; 37:19; Yermiahu (Jeremias) 25:6,7; Hoshea (Oséias) 14:3; Mychah (Miquéias) 5:13. A idolatria é uma inversão de valores muito grande; o homem deixa de adorar ao Criador e curva-se ao que foi feito pela criatura. É interessante notar que as pragas do Egito não foram dirigidas apenas aos egípcios em si, mas serviam de humilhação aos ídolos egípcios (Shemot (Exodo) 12:12). O D-us Hapi, por exemplo, foi humilhado quando Yah D-us tornou o Nilo em sangue.
3) Qual a punição para um idólatra?
No Velho Testamento, a punição por idolatria é clara e realizada pelos homens: Vaykrá (Levítico) 20:2; Devarim (Deuteronômio) 18:20. Os ídolos devem ser destruídos (Shemot (Exodo) 23:24; Devarim (Deuteronômio) 7:25; 12:3) e também o lugar em que estes profanaram (Devarim (Deuteronômio) 12:2). Casar com idólatras (Shemot (Exodo) 34:15,16) e até simples fato de pronunciar o nome de outros elohás (D-uses) era proibido (Shemot (Exodo) 23:13).
4) Se D-us odeia a idolatria, por que no Tanak foram criadas imagens de escultura com Sua permissão?
O exemplo clássico é a serpente de metal construída por Moisés por ordem do próprio D-us (Nm 21:8,9), para que aqueles que para elas olhassem fossem curados do veneno de cobras (Damidbar (Numeros) 21:4-9). Embora a estátua tenha sido usada como sinal (capaz de curar), ela não recebeu um nome. Era D-us quem estava curando naquele momento, e o povo tinha consciência disso (verso 7). Esta serpente veio a ser destruída por Ezequias, em sua reforma contra a idolatria (II Reis 18:4), uma vez que ela foi transformada em ídolo, por receber incenso.
Segundo Fato:
Quem é o Verdadeiro Filho de D-us?
________________________________________
Segundo a Bíblia Cristã, ela diz que:
“Adão, que era filho de D-us.” (Lucas 3:38)
Na Torah e nos Escritos dos profetas diz o segunte:
“Israel é meu filho, meu primogênito.” (Shemot (Exodo) 4:22)
“Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho.” (2 Samuel 7:13-14)
“porque sou pai para Israel, e Efraim é o meu primogênito.” (Yermiahu 31:9)
“Filhos sois do Adon (Senhor), vosso D-us;” (Devarim (Deuteronômio) 14:1)
Terceiro Fato:
Porque Yeshua não é o Mashiah?
Os 20 motivos
1 - O Mashiach terá um pai biológico humano - Será descendente pelo lado paterno do Rei David.
Onde nas escrituras: - Isaías 11:1-10; Jeremias 23:5; Ezeqiel 34:23-24; 37:21-28; Jeremias 30:7-10; 33:14-16; e Oseas 3:4-5
A ancestralidade de Yeshua(contradizendo as escrituras) não pode ser traçada, visto que segundo a teologia cristã, Yeshua não era filho de José, marido de Maria.
2 - A ancestralidade do Mashiach será somente através do Rei Salomão (Sh’lomo)
Onde nas escrituras: 2º Samuel 7:12-17; Primeiro Crônicas 22:9-10
Mas Yeshua, segundo um texto cristão (Lucas 3:31) era descendente de Natan, um outro filho do Rei David, e não do Rei Salomão.
3 - O Meshiach não terá ancestralidade com Joaquim, Jaconias ou Salatiel.
Onde nas escrituras: 1° Crônicas 3:15-17; Jeremias 22:18, 30
Mas de acordo com Mateus 1:11-12 e Lucas 3:27, Yeshua era descendente de Salatiel.
4 - O re-estabelecimento da dinastia David, que jamais cessará
Onde nas escrituras: Daniel 7:13-14
Mas Yeshua não teve filhos, nem estabeleceu reinado algum, assim.
5 - Uma era de paz eterna entre todos os povos e todas ás nações
Onde nas escrituras: Isaías 2:2-4; Miquéias 4:1-4; Ezequiel 39:9
Obviamente não temos paz, e infelizmente muitas guerras foram proclamadas em nome de Yeshua.
6 - Todos povos convertidos ao monoteísmo.
Onde nas escrituras: Jeremias 31:31-34; Zacarias 8:23; Isaías 11:9; Zacarias 14:9, 16
O mundo está embebido na idolatria, inclusive idolatrando Yeshua como um D-us, comportamento anti-bíblico já que D'us ordenou nos seus preceitos que só Ele pode ser adorado. E obviamente Yeshu anão é D'us.
7 - Reconhecimento que só D'us é D'us
Onde nas escrituras: Isaías 11:9
Obviamente o mundo ainda não reconheceu D'us como o único D'us.
8 - O mundo se tornará vegetariano
Onde nas escrituras: Isaías 11:6-9
Obviamente o mundo não é vegetariano.
9 - Reunião das doze tribos de Israel
Onde nas escrituras: Ezequiel 36:20
Infelizmente as dez tribos continuam desaparecidas.
10 - Reconstrução do Templo
Onde nas escrituras: Isaías 2:2; Ezequiel 37:26-28
Obviamente o templo não foi reconstruído. Yeshua não teria esta possibilidade já que, quando viveu, o segundo templo ainda existia.
11 - Na haverá fome no mundo
Onde nas escrituras: Ezequiel 36:29-30
Não precisamos olhar para a África para perceber que o mundo anda faminto, basta olhar pra dentro de nosso país.
12 - A morte cessará
Onde nas escrituras: Isaías 25:8
Obviamente a morte não cessou. E mais óbvio ainda, Yeshua não cessou a morte.
13 - Ressurreição dos mortos
Onde nas escrituras: Isaías 26:19; Daniel 12:2; Ezequiel 37:12-13; Isaías 43:5-6
Obviamente Yeshua não ressuscitou os mortos.
14 - As nações ajudarão materialmente os Israel
Onde nas escrituras: Isaías 60:5-6; 60:10-12
O que vemos é muitas nações querendo destruir Israel, ou no mínimo, antipáticas a existência de um estado judeu. Em nome de Yeshua, as nações perseguiram os judeus por séculos.
15 - As nações irão aos judes para orientação espiritual.
Onde nas escrituras: Zacarias 8:23
Obviamente isto não acontece. Em boa medida os não judeus querem é converter os judeus, principalmente os crentes em Yeshua.
16 - Todas as armas serão destruídas
Onde nas escrituras: Ezequiel 39:9, 12
Obviamente Yeshua não destruiu nenhuma arma. Veja o mundo que temos hoje, pousando sobre toneladas de armas atômicas de destruição em massa.
17 - O Nilo secará
Onde nas escrituras: Isaías 11:15
Obviamente Yeshua não secou o Nilo.
18 - As árvores darão frutos mensalmente
Onde nas escrituras: Ezequiel 47:12
Obviamente isto não acontece, mesmo hoje, com a transgenia de alimentos. Yeshua, ao contrário, amaldiçoou uma árvore frutifera, uma figueira.
19 - As tribos de Israel receberão de volta as terras herdadas de D'us
Onde nas escrituras: Ezequeil 47:13-13
Obviamente isso não aconteceu pois, quando Yeshua"viveu" já não se tinha notícias sobre as tribos desaparecidas. Ainda hoje os não judeus querem tomar a terra de Israel.
20 - As nações da terra reconhecerão suas injustiças com o servo Israel.
Onde nas escrituras: Isaías 52 e 53
Obviamente isso não aconteceu.
E as Profecias para quem apontam?
Análise das 70 semanas vista pelo profeta Daniel:
Shavu’im shiv’im nechtach al amcha vê-al ir qodshecha lê-chalê’ há-pesha ule-chatem chataat ule-chaper avon ulehavi tsedeq ‘olamim ve-lachtom chazon vê-navi’ vê-limshoach qodesh qodashim.
Vê-tedá vê-taskel min motsá DAVAR lê-hashiv vê-livnot Yerushalaim ad MASHIACH NAGID shavu’im shiv’a; vê-shavu’im shishim ushnaim tashuv vê-nivn’ tah rechov vê-charutz uv-tsoq há-itim. Vê-acharei há-shav’uim shishim u-shnaim yikaret MASHIACH, vê-ein lo, vê-hair vê-há-qodesh yashchit am nagid há-ba vê-qitso ba-shetef vê-ad qetz milchamah necheretzet. Vê-higbir berit la-rabim shavua echad va-chatsi há-shavua yashbit zevach u-mincha vê-al knaf shiqutsim meshomem vê-ad kala vê-necheratsa titach al shomem.
1. Vários objetivos seriam alcançados após as “setenta semanas”: a) fazer com que as as transgressões se consumam (lechalê’ há-pesha) b) terminar com o pecado (le-chatem chataat) c) expiar a iniqüidade (chaper avon) d) trazer a justiça eterna (lehavi tsedeq olamim) e) selar visão e profeta (lachtom chazon vê-navi) f) ungir o Santo dos Santos (limshoach qodesh há-qodashim)
Nenhum detalhe deve fugir à nossa consideração aqui, se é que desejamos de fato entender essa importante profecia. Assim, devemos nos perguntar: O QUE TERIA ORIGINADO ESTA PALAVRA PROFÉTICA?
Daniel encontrava-se no exílio em Babilônia e estudando as PROFECIAS DE JEREMIAS, descobriu “pelos livros” que o tempo de duração das ASSOLAÇÕES DE JERUSALÉM era de SETENTA ANOS (Dan 9:2) Dessa forma, Daniel, perturbado pela condição precária do seu povo em terra estranha, ora a D´us pedindo entendimento para que pudesse “decifrar” a desconcertante mensagem profética de Jeremias 25:11.
CAUSA DAS ASSOLAÇÕES: REBELDIA DO POVO
DANIEL CONFESSA OS PECADOS E PEDE QUE A IRA DE D´US SE AFASTE DO POVO JUDEU O que segue IMEDIATAMENTE à descoberta da palavra profética dos setenta anos (9:2, cf. Jer. 25:11) é uma CONFISSÃO DE PECADOS PELO POVO JUDEU e um PEDIDO DE MISERICÓRDIA, um clamor para que D´us volte a agir com benevolência com relação ao SEU POVO.
Em 9:3-19, Daniel ora a D´us, pedindo entendimento e confessando o PECADO DO POVO (vs. 5, 6, 10, 11). Daniel entende que a causa principal do castigo recebido pela sua nação era justamente a desobediência aos preceitos divinos e a rebeldia dos seus líderes. Nos vs. 16/17, Daniel pede que a ira do Eterno se aparte de Jerusalém e que sobre o santuário pudesse resplandecer mais uma vez a Sua face. Observe: O profeta não confessa o pecado de toda a humanidade ou dos goyim, e sim apenas de seu povo. Sendo assim, vemos que o contexto profético não dá lugar para interpretações envolvendo outras nações que não sejam os juD-us. Toda a profecia diz respeito ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE ao povo judeu, suas transgressões e castigo.
AINDA HÁ ESPERANÇA: DANIEL RECEBE A PALAVRA PROFÉTICA SOBRE AS 70 SEMANAS No término de sua longa oração, Daniel diz: “Ó S´nhor, ouve; ó S´nhor, perdoa; ó S´nhor, atende-nos e age; não te retardes por amor de ti mesmo, ó D´us meu, porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu Nome” (9:19)
Após ter devidamente confessado o PECADO DO SEU POVO (judeu), Daniel diz: “Falava eu ainda, e orava e confessava o meu pecado e o PECADO DO MEU POVO DE ISRAEL, e lançava a minha súplica perante a face do S´nhor, meu D´us, pelo monte santo do S´nhor meu D´us, falava eu, digo, falava ainda na oração, quando o homem Gabriel, que eu tinha visto na minha visão no princípio, veio rapidamente voando, e me tocou à hora do sacrifício da tarde (min’cha). E ele queria me instruir e falou comigo e disse: Daniel, agora saí para TE FAZER ENTENDER O SENTIDO; NO PRINCÍPIO DAS TUAS SÚPLICAS saiu a ordem e eu vim para te declarar, porque és mui amado; considera pois a coisa e entende a visão…”
SETENTA SEMANAS
1) o tempo determinado
“Setenta semanas estão determinadas sobre o TEU POVO…” --- mais uma vez, a profecia deixa claro que diz respeito APENAS aos judeus e sua história nacional; não há aqui uma perspectiva “universal”. Já que temos aqui uma profecia de tempo, devemos investigar para determinar quando a mesma se inicia. (veja logo em seguida)
2)o(s) objetivo(s)
Vários objetivos seriam alcançados após as “setenta semanas”:
a) fazer com que as as transgressões se consumam (lechalê’ há-pesha) b) terminar com o pecado (le-chatem chataat) c) expiar a iniqüidade (chaper avon) d) trazer a justiça eterna (lehavi tsedeq olamim) e) selar visão e profeta (lachtom chazon vê-navi) f) ungir o Santo dos Santos (limshoach qodesh há-qodashim)
3) o início do tempo profético
“Desde a saída da palavra para reconstruir Jerusalém....” --- o vocábulo em negrito merece destaque, porque na grande maioria das versões ocidentais é incorretamente traduzido. דבר (davar) é frequentemente traduzido como “palavra” e isso ocorre inúmeras vezes. Entretanto, para favorecer de certo modo a interpretação cristã “tradicional” existe a necessidade de mudar-se aqui o sentido. O hebraico conhece muitas palavras para “decreto” (tzav, tzura, gzerah) ou “lei, ordem” (choq, mishpat, etc) mas, davar sendo traduzido como “ordem ou decreto” demonstra um grave erro nas traduuções ocidentais. Fazem isso para articular uma possível ordem dada por meio de um imperador persa Dariavesh(Dario) para a reconstrução da cidade santa e do templo, criando assim, a hipótese de que o início da contagem das “setenta semanas” seja 444/445 aEC. Mas é sabido em todo o meio teológico que palavra(davar) é sinônimo de profecia, a “palavra” conforme usada em Dan 9:25 significa a PALAVRA DE JEREMIAS,(dada por D-us a Jeremias) pois o contexto deixa isso muito claro: Daniel investigava os livros desse profeta quando encontrou a referência aos setenta anos de exílio (Jer 25:11) e a promessa de futura restauração (Jer 32-33). A cronologia bíblica demonstra que 605-6 aEC foi o ano em que a PALAVRA acerca da restauração foi dada a Jeremias. Assim, 605-6 aEC é o ponto de partida da profecia.
“Desde a saída da PALAVRA (דבר) para devolver (להשיב) e para edificar (לבנות) Jerusalém, até [um] ungido (um) príncipe (משיח נגיד) , sete semanas…” --- a “palavra” proferida por Jeremias envolvia a devolução da cidade e/ou de “Judá” como um todo e sua reconstrução e restauração (Jer 32:33-34/33:7) Agora, é importante notar a expressão “príncipe ungido” (משיח נגיד ) --- a tradução apresentada aqui é a correta. Não há, de maneira alguma, chances para que transformemos essa expressão em “O MESSIAS, O PRÍNCIPE” ou ainda, “O UNGIDO, O PRINCIPE” como uma possível referência ao Messias dos judeus ou qualquer outro que se tenha apresentado como tal. Por que? A razão é pura e simples: Esta passagem de Daniel 9:25-27 NÃO é uma “profecia messiânica”; a) - A expressão MASHIACH NAGID não vem acompanhada pelo ARTIGO DEFINIDO (ה "há"). Assim, não temos no original HA-MASHIACH como se estivesse identificando o redentor escatológico de Israel. Sabemos que a palavra MASHIACH é usada nas Escrituras em relação a príncipes, sacerdotes e reis (1 Sam. 24:6, Lev. 16:32, Is. 45:1); b). Há dois MASHIACH (ungido) no texto: o primeiro, que viria após as sete semanas chamado de MASHIACH NAGID e o segundo, que viria após as sessenta e duas semanas, chamado simplesmente de MASHIACH. Mas, importante: Observe que NÃO se trata d’O MASHIACH, mas sim, de [um] príncipe ungido e de outro ungido, uma vez que a simples ausência do artigo definido já deixa a palavra indefinida.
Assim, se a referência aqui não é ao MASHIACH, devemos procurar na história outro personagem que cumpra esses fatos proféticos.
Nossa pergunta então deve ser: A quem faz referência a expressão MASHIACH NAGID? Se observarmos o ano em que os 49 anos (“sete semanas”) terminam, ou seja, 556/7 aEC, temos uma pista.
CIRO, “O PRÍNCIPE UNGIDO”
“Eu sou o S´nhor… que digo de CIRO: é meu pastor, e cumprirá tudo o que me apraz; ele dirá de Jerusalém: Ela será reedificada, e do templo: Será fundado. Assim diz o S´nhor ao seu UNGIDO, a CIRO, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante da sua face…” (Is 44:24,28 e 45:1) --- aqui o Tanach (Velho Testamento para os cristãos) chama Ciro explicitamente de UNGIDO, algo extremamente raro no que diz respeito a um rei estrangeiro! E o que tem Ciro a ver com tudo isso? Muito, pelo fato de que foi ele o responsável pelo decreto que concedia aos judeus o direito de retornar e restabelecer as cidades assoladas e o próprio templo sagrado:
“No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, PARA QUE SE CUMPRISSE A PALAVRA DO S´NHOR PELA BOCA DE JEREMIAS, despertou o S´NHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O S´NHOR, D´us dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém de Judá. Quem dentre vós é, de todo o seu povo, seja seu D´us com ele, e suba a Jerusalém de Judá e edifique a Casa do S´NHOR, D´us de Israel; ele é o D´us que habita em Jerusalém. Todo aquele que restar em alguns lugares em que habita, os homens desse lugar o ajudarão com prata, ouro, bens e gado, afora as dádivas voluntárias para a Casa de D´us, a qual está em Jerusalém. Então, se levantaram os cabeças de famílias de Judá e de Benjamim, e os sacerdotes, e os levitas, com todos aqueles cujo espírito D´us despertou, para subirem a edificar a Casa do S´NHOR, a qual está em Jerusalém” --- Fica evidente aqui a ligação entre o monarca persa e o povo judeu.
1) Daniel recebeu a revelação das primeiras sete semanas (49 anos), começando exatamente em 605/6 aEC 2) O anjo menciona na profecia alguém que viria após as sete semanas, e que seria um PRÍNCIPE UNGIDO (mashiach nagid) 3) Ciro cumpre perfeitamente este papel profético uma vez que era um monarca (daí a expressão NAGID) e também chamado abertamente no Tanach de MASHIACH (ungido). De acordo com a cronologia histórica dos monarcas persas, Ciro fundou o império aquemênida por volta de 556-558 aEC (as datas divergem um pouco) ao suceder seu pai (Heródoto i, 214) e ao destronar Astíages, unificando as tribos da Média e da Pérsia.
DOIS PERÍODOS DIFERENTES COMEÇANDO NO MESMO ANO O fraseado original de Dan 9:25 mostra que há uma PAUSA após a expressão “sete semanas” (shavu’im shiv’a). Esta pausa é facilmente demonstrada pela presença do sinal “atnach”, logo abaixo da palavra שבעה (sete). O atnach seria o equivalente no português ao ponto e vírgula --- o que indica claramente uma pausa, uma interrupção no verso. Assim, 7 semanas e 62 semanas são períodos distintos porque dizem respeito também à eventos e personagens distintos. É a interpretação cristã que faz pensar que trata-se de somente uma pessoa (no caso, Yeshua) e que leva a pensar que os períodos (7 semanas e 62 semanas) são contínuos. Tanto as 7 semanas (49 anos) quanto as outras 62 (434 anos) iniciam-se quando Jeremias recebeu a PALAVRA (davar) profética em 605-6 aEC.
605/6 – 434 (62 semanas) = 172/1
“Sabe portanto, e discerne, que desde a saída da palavra para restaurar e reconstruir Jerusalém até um ungido, um príncipe, sete semanas; e por sessenta e duas semanas ela será reconstruída de novo, com as ruas e as circunvalações, mas em tempos de angústia” (Dan 9:25, Jewish Press Bible) A tradução da JPB demonstra o que foi afirmado anteriormente: os períodos são distintos, mas tem em comum o mesmo ponto de partida, a saber, a saída da PALAVRA profética para a reconstrução e restauração da cidade.
ONIAS III – O ÚLTIMO SUMO SACERDOTE LEGÍTIMO
Ao diminuirmos 434 de 605/6, chegamos a 172/1 aEC, o ano em que Onias III, o último sumo sacerdote legítimo foi assassinado após ter sido exonerado do ofício sagrado por ordem de Antíoco IV Epífanes. Diz o texto hebraico: ואחרי השבועים ששים ושנים יכרת משיח (vê-acharei há-shav’uim shishim u-shnaim yikaret MASHIACH) --- “e depois das sessenta e duas semanas, será morto [um] ungido” --- cumprindo a profecia à risca, Onias III, após ter sido deposto por Antíoco Epífanes em favor de Jason é assassinado num complô armado por Menelau que fora denunciado publicamente por Onias devido à práticas ilícitas com relação aos tesouros do Templo. De acordo com Josefo, Jason passa a servir como sumo-sacerdote após a morte de Onias (Antig. XII, 5/1). Assim, UM UNGIDO chamado Onias III, descendente de Aharon, foi “cortado” (yikaret), ou seja, morto como vítima de seu testemunho fiel “al kiddush há-shem”. Por isso a expressão no final do verso de Daniel: VE-EIN LO --- “e não será mais” (i.e., era o fim da ordem sacerdotal aarônica, para voltar apenas na Era Messiânica)
O POVO DE UM PRÍNCIPE QUE HÁ DE VIR
“…e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário” --- O “príncipe que há de vir” em questão não é outro senão o próprio Antíoco IV Epífanes; sabe-se que, embora pertencendo à decadente dinastia selêucida, Antíoco já encontrava-se na situação de vassalo dos romanos quando invadiu o Templo sagrado de Jerusalém. Um ano antes, o general romano Gaio Popílio Lenas o expulsara do Egito, mostrando quem agora estava no comando (Lívio XLV.11/Políbio XXIX.1). A frase “destruirá a cidade e o santuário” já é uma referência mais distante no tempo, ainda que o próprio Antíoco tenha profanado e causado muitos danos ao Templo de Jerusalém. O “povo do príncipe que há de vir” é que executaria a destruição, a nefasta obra definitiva, e não Antíoco. Daniel nos antecipa aqui eventos relacionados já ao ano 70 EC, quando os romanos sitiam Jerusalém e destroem a cidade e o santuário (10 de Av do ano 70 EC).
“E seu fim será como numa inundação” --- fala-se aqui explicitamente do fim daquele poder que destruiria o santuário. “Inundação” é um símbolo profético para “invasão” (vide Is 8:7-8/28:18); todos sabemos o que aconteceu com o Império Romano em 476 EC – hordas bárbaras INVADIRAM o império (germanos, hunos, visigodos, etc) e deram um golpe mortal naquele que teria sido o maior poder político da história.
“E fará aliança com muitos por uma semana” --- o verbo usado no português nas versões tradicionais não transmitem a força de הגביר (higbir). O hebraico demonstra que a tal “aliança” seria um tanto que “forçada” a muitos. É importante notar também que não temos aqui o verbo normalmente usado nas alianças de D´us com Seu povo כרת (karat) --- logo, o contexto e o vocabulário impossibilitam uma aliança divina aqui. O que temos é um acordo humano, feito quase por imposição da força. Mais uma vez, voltamos a Antíoco e a sua aliança estabelecida com os Tobíadas que se opunham aos Oníadas (partidários do legítimo sumo-sacerdote Onias III) --- os Tobíadas assim como outros partidários eram asseclas de Antíoco em suas pretensões de helenizar o povo judeu, destruindo quaisquer vestígios de judaísmo entre eles. Essa “aliança” forçada entretanto, duraria muito pouco.
171---------------167---------------164
3/2 anos 3/2 anos
Com a deposição de Onias III em 171 aEC, Antíoco conquista a simpatia dos Tobíadas e de outros partidários judeus favoráveis ao helenismo. Ao mesmo tempo, Antíoco “compra briga” séria com os hassiD-us (ancestrais dos fariseus) e como vingança, manda matar centenas deles. Em 167 aEC, Antíoco instala um ídolo pagão no Templo (provavelmente Baal Shomem, equivalente ao Zeus Olimpo) e ordena a interrupção dos sacrifícios contínuos (tamid) e assim, cumpre a parte final da profecia: “E na metade da semana (167 aEC) fará cessar o sacrifício (zevach, i.e. tamid)) e a oferta de cereais (minchá)…e sobre a asa das abominações (o pináculo do templo) estará o ídolo abominável” --- curiosamente, aqui em Dan 9:27 o termo “abominação da desolação” aparece no PLURAL, o que possibilita uma DUPLA aplicação. Certamente a profanação de Antíoco seria apenas o prenúncio de que algo muito pior estava ainda por vir. O fim da última semana de anos (3 anos e meio, ou seja de 167-164 aEC) marca o fim do despotismo de Antíoco e a derrota de seus exércitos para os valorosos Macabeus. Em 25 de kislev de 164 aEC o Templo é dedicado novamente, instituindo-se a festa de Chanukkah.
Assim, vemos que os objetivos das Setenta Semanas determinadas sobre O POVO JUDEU foram cumpridos: a) fazer com que as transgressões se consumam (lechalê’ há-pesha) --- De fato, a maior das transgressões observadas naqueles dias era a ameaça constante do helenismo. Com o término dessa grande batalha, essa doutrina/cultura alienígena foi banida do sistema de culto judaico.
b) terminar com o pecado (le-chatem chataat) --- Daniel disse em sua oração: “Pecamos!” (9:5) – e isso o afligia ao extremo; nesse ponto, ele entende que há solução para o pecado de SEU POVO.
c) expiar a iniqüidade (chaper avon) – a “inquidade” que o profeta espera ver expiada é a de seu povo, pois afirmou: “cometemos iniqüidade” (9:5) Logo, o contexto é judaico e não há lugar para conjecturas externas acerca de uma suposta “expiação” universal.
d) trazer a justiça eterna (lehavi tsedeq olamim) – A justiça seria feita primeiramente sobre o ofensor babilônio (Is 45:1-5) e também depois sobre o inimigo selêucida (Zac 9:13)
e) selar visão e profeta (lachtom chazon vê-navi) – confirmadas as palavras dos profetas, especialmente de Jeremias (25:8-14) e de Isaías (45:1-5)
f) ungir o Santo dos Santos (limshoach qodesh há-qodashim) – este termo NUNCA refere-se a uma PESSOA, e sim, a um LUGAR, a saber, o LUGAR DOS LUGARES, o recinto mais sagrado do Beit Há-Mikdash, o Santo dos Santos --- e isso foi feito quando da expulsão dos inimigos estrangeiros e da reconsagração do santuário após a profanação do arrogante monarca selêucida.
E Isaías 53?
O 'SERVO SOFREDOR' DE ISAÍAS 53
Este estudo foi preparado em conformidade com a interpretação tradicional judaica, sendo que as citações apresentadas foram extraídas diretamente do texto hebraico e as traduções seguem o padrão da Jewish Press Bible, em inglês.
ISAÍAS 53:1
התלגנ ימ לע הוהי עורזו ונתעומשל ןימאה ימ
Mi heemin lish'muatênu, uz'rôa Adonay al mi niglatah?
1 Quem acreditou em nosso relato e o braço do S-nhor a quem foi revelado?
“Quem acreditou em nosso relato?” - O Servo do S-nhor (isto é, o remanescente fiel
de Israel – os profetas e justos de todas as gerações) era constantemente ignorado pelo resto do povo o qual não acreditava em suas palavras de exortação ao arrependimento. Os israelitas são reconhecidos por D-us como sendo Suas “testemunhas” (Isa 43:10), todavia nem sempre o relato transmitido por essas testemunhas tem sido aceito, seja pelos rebeldes dentre o próprio povo, ou seja ainda pelas nações as quais Israel serve de luz (Isa42:6).Por esta razão Isaías diz, “Quem acreditou em nosso relato?” (Veja II Cro 24:19); O povo era aconselhado por todos os profetas a voltarem do seu mau caminho e a cumprir os mandamentos de D-us (II Rs 17:13) e mesmo assim, muitos deles foram mortos (I Rs 19:10).
REFUTAÇÃO DA POSIÇÃO CRISTÃ
Se este texto diz respeito a Yeshua, pedimos que nos expliquem se algum dia Yeshua teria precisado que D-us lhe manifestasse Seu “braço”, isto é, Seu poder de salvação. Se isto foi assim, então Yeshua também precisou ser salvo e não pode ser “salvador”.
ISAÍAS 53:2
והדמחנו הארמ אלו והארנו רדה אלו ול ראת אל היצ ץראמ שרשכו וינפל קנויכ לעיו
Va-yaal ka-yonek lefanáv ukhe-shoresh me-êretz tsiáh. Lô toar lo ve-lô hadar ve-nir'ehu
ve-lô mar'eh ve-nech'medehu.
2 Mas ele subiu como um lactente diante d'Ele e como raiz de uma terra seca.Ele não tinha formosura e nem glória para que o notássemos, e nem aparência para que o desejássemos.
“Ele subiu como um lactente...” - O Servo do S-nhor (o remanescente fiel de Israel) é
retratado pelo profeta como um “lactente” que sobe (cresce) diante de D-us, como um bebê que cresce e se desenvolve diante de seu Pai. Israel é mencionado várias vezes pelos profetas como uma criança, como um menino – filho de D-us:
Ose 11:1
Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito chamei a meu filho.
Exo 4:22
Assim diz o Senhor: Israel é meu filho, meu primogênito.
Exo 4:23
Deixa ir meu filho (Israel), para que me sirva.
Deu 1:31
Deus levou Israel como um homem leva seu filho por todo o caminho.
“...como raiz de uma terra seca” - Israel cresceu diante de D-us, Seu Pai celestial,
como um ramo verdejante em um deserto abrasante e seco:
Sal 80:8-9Israel é uma videira frondosa cultivada por D-us.
Deu 32:9-10D-us achou Israel numa terra deserta, num êrmo de solidão.
Ose 13:4-5D-us conheceu Israel no deserto, em terra muito seca.
Jer 2:6
D-us fez Israel subir do Egito por uma terra de sequidão.
“...não tinha formosura...e nem aparência para que o desejássemos” -Israel
desde os seus primeiros dias até hoje não parece atraente diante das nações; Os povos do mundo têm historicamente desprezado o povo judeu, relegando-o como um rejeitado e renegado. Isto é um fato inegável desde que os judeus estiveram cativos no Egito até os dias do holocausto nazista.
Isa 51:7 Israel não deve preocupar-se com a injúria dos homens.
Jer 33:24 Israel desprezado e ignorado como povo pelas nações.
REFUTAÇÃO DA POSIÇÃO CRISTÃ
Se esta passagem refere-se a Yeshua, como explica-se o fato de Israel ter sido chamado de “filho” de D-us e “primogênito” muito tempo antes? Note que o termo “primogênito”refere-se ao primeiro filho gerado, o mais importante. Não podem existir dois primogênitos, e assim, Yeshua não pode ser chamado de “primogênito” de D-us quando Israel já foi chamado assim séculos antes. No evangelho de Mateus 2:15, o autor cita Oséias11:1, aplicando-a a Yeshua – mas note as diferenças:
Mat 2:15
“e lá ficou até a morte de Herodes, para que se cumprisse o que fora dito da
parte do Senhor pelo profeta: Do Egito chamei o meu filho”
Mateus dá a entender que Oséias teria “profetizado” a ida de Yeshua ao Egito. Mas, vejamos se isso é assim:
Ose 11:1 “Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito chamei o meu filho”
REFUTAÇÃO DA POSIÇÃO CRISTÃ
Veja: quem é mesmo chamado de “filho” de D-us pelo profeta Oséias? Israel, é claro! Não tem nada a ver com Yeshua ou com qualquer outra pessoa. Se Mateus era confiável e agia de boa fé, por que então omitiu vergonhosamente a primeira parte do verso de Oséias que diz claramente que o filho tirado do Egito é Israel? Sejamos honestos com a verdade!
E mais: Será que Yeshua foi conhecido numa terra seca, desértica assim como ocorreu com Israel como já vimos? Bem, todos sabem que Yeshua teria nascido na Judéia ainda que haja controvérsias entre os pesquisadores, pois segundo alguns ele nasceu na Galiléia. Seja a verdade qual for, fato é que ambas as regiões ficam dentro das fronteiras de Israel, que de acordo com a Bíblia não é uma terra seca, um deserto – mas sim, “uma terra que emana leite e mel” (Exo 13:5), uma terra fértil (Nee 9:35), terra de trigo e cevada, de vides efigueiras, de azeite e mel (Deu 8:8).
E finalmente, quando foi Yeshua alguém não desejado? Os gentios até hoje seguem cegamente sua doutrina, multidões e gerações acreditaram nele e desejam seguir seus passos como se ele fosse alguém digno de ser seguido. Além disso, os cristãos tem em Yeshua o “desejado de todas as nações”, numa referência a Ageu 2:7. Como pode ser ele o “desejado das nações” e ainda assim “não ter aparência para que fosse desejado”??
ISAÍAS 53:3
והנבשח אלו הזבנ ונממ םינפ רתסמכו ילח עודיו תובאכמ שיא םישיא לדחו הזבנ
Nivzeh va-chadal ishim ish mackheovot vi-yidua choli ukhe-master panim mimênu
nivzeh ve-lô chashavnuhu.
3 Ele foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores eexperiente em enfermidades. E como alguém de quem se esconde o rosto, nóso desprezamos e não o consideramos.
“...desprezado e rejeitado pelos homens” - Não é necessário investigar muito a
fundo a história de Israel para percebermos o quanto este povo foi desprezado pelos outros povos: primeiro, faraó os oprimiu no Egito; depois, vieram os inimigos de Babilônia, da Assíria, da Grécia e Roma. Com o surgimento do cristianismo, os judeus (o povo de Israel) foi duramente perseguido, humilhado e quase destruído pela sanha sanguinária dos líderes desta religião, quer fossem eles católicos ou protestantes. Vieram às inquisições, os pógroms, expulsões em massa, o exílio, as deportações, as calúnias de sangue e finalmente em pleno século XX a maior das catástrofes: o holocausto (em hebraico, shoah), no qual seis milhões de judeus pereceram nos fornos crematórios ou envenados.
Quarto Fato:
Evangelhos (Brit Chadashá)
é um livro inspirado?
Judeus pelo Judaísmo
I – Contradições
Jairo pede a Yeshua ajuda para sua filha que...
... estava morrendo. (Lucas 8:41-42)
ou que já estava morta? (Mateus 9:18)
Ao sair de Jericó, Yeshua curou...
... dois cegos. (Mateus 20:29, 30)
...ou curou apenas um cego? (Marcos 10:46-47)
Yeshua disse que Zacarias era filho de Baraquias (Mateus 23:35)...
...mas Zacarias era filho de Yehoiada (2 Crônicas 24:20-22). Os personagens citados por Yeshua encontram-se no livro Guerra dos Judeus do historiador Flávio Josefo. É um evento posterior quarenta anos após a morte do Nazareno, que, assim, não poderia ter falado sobre tal ocorrência.
Dois discípulos buscaram...
... uma jumenta e um jumentinho para Yeshua (Mateus 21:2-7)
... mas era apenas um jumentinho, sem a mãe (Marcos 11:2-7)
II – Contradições
Um "novo mandamento" foi dado por Yeshua...
... escreveu João (João 13:34)
... mas o mesmo João diz depois que não há "novo mandamento" (1 João 2:7, 8; 2 João 5)
Yeshua afirma que a Torah e os profetas vigoraram apenas até João Batista. (Lucas 16:16)
... depois o mesmo Yeshua afirma no versículo seguinte que não cairá uma letra da Torá, (Lucas 16:17)
... segundo ele, a Torá continua em vigor e não cairá nenhum dos seus menores mandamentos! (Mateus 5:17-19)
Quem fez o pedido para que os irmãos Tiago e João se assentassem um à direita e outro, 'à esquerda, de Yeshua?
...Mateus (20:20-21) jura que foi a mãe deles.
...Marcos (10:35-37) garante que foram os dois discípulos que fizeram o pedido pessoalmente.
III – Contradições
Yeshua disse que João Batista era o prometido Profeta Elias que viria antes do Dia do Eterno (Mateus 11:12-14; 17:10-13)
...mas o próprio João Batista desmente Yeshua, ele diz: "Eu não sou Elias" (João 1:19-21).
Yeshua antes e depois de sua ressurreição sabia de todas as coisas...
...mas não é bem assim, pois ele não sabe de tudo. (João 16:30,
1:17)... nem antes e nem depois da ressurreição. (Mateus 24:36, Atos 1:7)
Yeshua disse que os judeus o conheciam e sabiam de onde ele era...
(João 7:28)
... mas, de repente Yeshua teve um lapso de memória e disse que os judeus não o conheciam e não sabiam de onde ele viera (João 8:14, 19)
Yeshua disse que não veio abolir a Lei e os Profetas (Mateus 5:17-
19)
... mas, seu fiel discípulo Paulo, mesmo confessando que acreditava
em tudo que estivesse de acordo com a Lei e os Profetas (Atos 24:14), ensinou que Yeshua aboliu a Lei na sua morte (Efésios 2:15)
IV – Contradições
Yeshua foi crucificado no lugar chamado Gólgota, que era uma...
... montanha árida. (Mateus 27:33, 60; Lucas 23:33, 53)
...ou no local havia um horto. (João 19:17, 41)
Mateus (27:32), Marcos (15:21) e Lucas (23:26) atestam que
Simão de Cirene levou a cruz para Yeshua, em boa parte do
percurso...
... mas João não viu nada disso, afirma que Yeshua, “ele mesmo” levou a cruz até o local da crucificação (João 19:17)
A profecia diz que o Messias reinará em Israel (Miquéias 5:2)
... mas Yeshua disse que seu reino não era deste mundo (João 18:36)
Yeshua não pode ser confirmado, em sua genealogia, como filho de
um só ancestral, pois...
...enquanto Mateus (1:6, 7) diz que ele é descendente de Salomão.
... Lucas (3:31-32) diz que é descendente de Natan, irmão de Salomão, ambos filhos de David.
V – Contradições
Nos dias de Yeshua Israel estava dominado pelos romanos...
...contradizendo Jeremias 23:5-6:
“Aproximam-se os dias – diz o Eterno – quando escolherei, dentre os rebentos de David, um justo que os governará como rei, que prosperará e saberá praticar justiça e retidão na terra. Em seus dias Judá será redimida e Israel viverá com segurança...”. Assim, se Yeshua era o messias, como explicar o domínio romano?
Maria não é apresentada como descendente de David...
... mas apenas José, que é chamado, textualmente, de "filho de Davi" (Mateus 1:20; Lucas 1:27; 2:4, 5). Na verdade, Maria era parenta de Isabel, que foi chamada de uma "das filhas de Arão" (Lucas 1:5, 36), ou seja, Maria também era descendente de Levi, o que mostra que David não era ancestral de Yeshua, situação que anula, para o
Nazareno, qualquer perspectiva messiânica, caso fosse buscada pela via materna. Como sabido, a dinastia davídica se concretiza apenas pela linhagem paterna (2 Samuel 7:11-29; Salmo 89:35-37; Jeremias 23:5 etc), por sua vez, Yeshua não era filho biológico de José (Lucas 3:23; Mateus 1:18-25). Yeshua era filho adotivo de José!
VI – Contradições
Yeshua disse que os gentios seriam seus assassinos (Lucas 18:31-
33)...
... mas depois diz que seriam os próprios judeus que o matariam. (Lucas 20:13, 14).
Graças a passagens anti-semitas como esta que pipocam as dezenas no “novo testamento” os judeus foram ao longo da história massacrados pelo crime de deicídio, assassinos de D’us, já que Yeshua foi considerado por um concílio católico um deus encarnado, contradizendo a Torá, já que Ele não tem forma.
João escreveu que os soldados romanos pregaram Yeshua na cruz.
(João 19:23)
... mas Pedro (que talvez não enxergasse tão bem) disse que foram os judeus que pregaram Yeshua na cruz e o mataram (Atos 2:23; 5:30).
Paulo ensinou que a ressurreição de Yeshua é à base da salvação (1
Coríntios 15:12-19)...
... mas, discordando, antes, Yeshua ensinou que a ressurreição não é base para a salvação, mas, sim, a obediência a Moisés e aos Profetas de Israel (Lucas 16:27-31)
VII – Contradições
A Torá diz que o Prometido por D-us seria semelhante a Moisés
(Devarim 18:15-19)...
... mas Paulo diz que Yeshua não é semelhante a Moisés, mas muito superior a ele, sendo deus (Hebreus 1:8-12; 3:1-6). Um “deus” encarnado? Onde isto encontra respaldo no judaísmo? Em lugar nenhum, no entanto em outras religiões pagãs da época o conceito era bem comum e ainda nos dias de hoje.
Yeshua disse: "Eu e o Pai somos um" (João 10:30)
...neste texto Yeshua se coloca em pé de igualdade com D-us, contradizendo a Torá.
...mas em outro texto: "O Pai é maior do que eu" (João 14:28)
O Eterno disse que nunca um Rei se levantaria com maior glória e sabedoria do que Shelomoh (Salomão) (1 Reis 3:13; 2 Crônicas 1:12)
... mas, Yeshua, que não negou ser pretenso rei (João 18:33-37; Mateus 27:11), disse que ele era maior do que Salomão (Mateus 12:42) contradizendo o Tanach. Mas o reinado do messias é terreno. Qual reino Yeshua governou?
VIII – Contradições
Yeshua incentivou os discípulos a se armarem de espadas para...
... realizar uma revolução, pois este era o objetivo de sua vinda 'a Terra (Lucas 22:36; 23:2-3)
... mas depois, vendo inútil a ação armada de seus discípulos, em seu favor, proíbe o uso da espadas (Mateus 26:51-56).
Yeshua disse que, dos alimentos que ingerimos nada vai ao coração, mas vai tudo para os intestinos e dali para o esgoto (Marcos 7:18,
19).
...mas discordando, Paulo pregava que, dos alimentos que ingerimos, algo vai para o coração, em forma de sangue. (Atos 14:17).
Isaías predisse que o Servo do Eterno não seria destruído até estabelecer a Justiça na Terra (Isaías 42:4)
...mas Yeshua, a quem os missionários aplicam esta profecia (Mateus 12:18-20), morreu, como todos os seres humanos, pois era mortal (Marcos 15:37), e a Justiça não foi estabelecida na Terra, desde então, como esclareceu Paulo (Romanos 3:9, 10)
IX – Contradições
Yeshua disse que o ensino dos escribas e fariseus era correto e deveria ser obedecido (Mateus 23:1-3)...
...no entanto, ensinou que seus discípulos deveriam ser mais justos
que os escribas e fariseus (Mateus 5:20), e condenou a obediência dos fariseus aos mandamentos da Torá (Lucas 18:9-14). Não podemos esquecer que graças ao Novo Testamento fariseu virou “sinônimo” de algo pejorativo.
Yeshua declarou-se "manso e humilde de coração" (Mateus 11:29)
... mas chamou uma gentia de 'cadela' (Mateus 15:21-27)
... e usou um chicote de cordas para expulsar pessoas do Templo
(João 2:13-16).
Yeshua disse ao Satan que só D-us deveria ser adorado (Mateus 4:10)
...e ensinou que se adora apenas o Pai (João 4:23)
... mas consentiu em ser adorado e não repreendeu seus adoradores
(João 9:38; Mateus 8:2; 9:18), algo que os anjos não aceitam (Apocalipse 19:10) e Yeshua, mesmo sendo menor do que anjos aceitou (Hebreus 2:9)
X – Contradições
A ascensão de Yeshua teria ocorrido na Galiléia, onde proferia suas últimas ordens (Mateus 28:16-20; Marcos 16:7, 19)
...mas Lucas discorda, a ascensão ocorreu em Betânia, perto de Jerusalém, onde morava o discípulo amado, Lázaro (Lucas 24:50-52; João 11:1, 3, 36)
Segundo Paulo (Hebreus 5:8) Yeshua aprendeu obediência pelo sofrimento...
...mas o próprio Yeshua discorda, afirma que a obediência deve ser motivada pelo amor (João 15:10)
Yeshua em tenra idade, segundo Mateus, foi levado de Belém ao Egito (Mateus 2:1, 13-15)
... mas Lucas discorda dessa versão, pois após o nascimento, ou seja, quarenta dias, segundo o preceito da Torá (Levítico12: 2-4, 6-8), o menino ainda estava em Jerusalém cumprindo os rituais, e depois os pais de Yeshua e o menino voltaram a Nazaré (Lucas 2:21-24, 39-41, 14)
XI – Contradições
Quantas mulheres foram ao sepulcro de Yeshua, após sua alegada ressurreição?
...de acordo com João (20:1), apenas Maria Madalena; segundo Mateus (28:1), Maria Madalena estava acompanhada de uma outra Maria.
...já o evangelista Marcos (16:1, 2), vendo melhor, afirma que além das duas Marias, uma mulher chamada Salomé estava presente também.
...por sua vez, escreveu Lucas (23:54, 55; 24:1, 10) que muitas mulheres foram ao sepulcro, inclusive Maria Madalena, Joana, Maria, mãe de Tiago e outras mulheres que estavam com elas
Onde foi proferido o famoso "Sermão do Monte"?
...Mateus (5:1) assegura que foi num monte mesmo.
...mas Lucas (6:17) diz que foi num lugar plano.
As últimas palavras de Yeshua foram?
... "D-us meu, D-us meu, por que me abandonaste?" (Mateus 27:46, 50) ou
..."Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito" (Lucas 23:46) ou
..."Está consumado" (João 19:30).
XII – Contradições
Qual destas “profecias” de Yeshua é verdade?
...Pedro o negaria três vezes antes de o galo cantar uma vez (Mateus 26:34, 74, 75; Lucas 22:60).
...antes de o galo cantar duas vezes? (Marcos 14:30, 72)
...ou negaria três vezes, sem que o galo tivesse cantado nenhuma vez?! (João 13:38)
Yeshua afirmou que nunca pregara nada oculto, que falava claramente (João 18:20)
...porém recomendou aos discípulos que o que ele lhes dissesse "'às escuras", deveriam pregar em plena luz.
Logo após o batismo de Yeshua, imediatamente o "espírito o impeliu a ir ao deserto", onde ficou...
... quarenta dias (Marcos 1:9-13)
...não, não é bem assim, afirma João, pois no dia seguinte Yeshua ainda se encontrava no mesmo local onde ocorrera o batismo (João 1:35, 36)
XIII – Contradições
A quem as mulheres viram no sepulcro?
...um ANJO (Mateus 28:2, 5)
...um JOVEM (Marcos 16:5);
...dois homens (Lucas 24:4); DOIS ANJOS (João 24:12);
Yeshua é mentiroso?
...ele diz que se desse testemunho sobre si mesmo, seu testemunho não é verdadeiro (João 5:31);
...mas afirma, a seguir, que se ele desse o testemunho sobre si mesmo, seu testemunho é verdadeiro (João 8:14).
Yeshua foi pregado na cruz...
... na terceira hora (nove da manhã) como viu Marcos 15:25
...ou foi pregado após sexta hora (meio-dia), de acordo com João 19:14, 15?
XIV – Contradições
O Messias, quando vier, anunciará paz 'as nações e será reconhecido Rei por todas elas (Zacarias 9:10).
Isso não aconteceu com Yeshua que no início de sua pregação, conforme Mateus 10:5, proibiu que as nações ouvissem sua mensagem, pois viera pregar somente 'a Casa de Israel (Mateus 5:24). Posteriormente mudou de idéia, mandou os discípulos pregarem 'as nações (Mateus 28:19-20).
Segundo vários textos, Yeshua observava o Sábado (Shabat) (Lucas 4:16, 31,44)
...e também o apóstolo Paulo e seus companheiros de viagem também o faziam (Atos 16:13-15; 17:1, 2), mas o mesmo Paulo se postou contra a observância das santas Festividades Judaicas e do próprio Shabat (Colossenses 2:16), ainda que se dissesse imitador do Nazareno (1 Coríntios 11:1)
Dizem que ele não contrariou a Torá...
...mas Yeshua disse: "E aquele que casar com a repudiada comete adultério" (Mateus 5:32). Na verdade, uma repudiada poderá casar-se novamente; apenas se divorciar-se de novo, após o segundo casamento, ou ficar viúva, não poderá casar-se com o primeiro marido (Devarim 24:2-4).
XV – Contradições
Yeshua no tocante ao ensino do Juramento, afirmou:
"Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo Céu, por ser trono de D-us; nem pela Terra, por ser estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco em preto. Seja, porém, a tua palavra sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno"
(Mateus 5:33-37). A Torá, ao contrário, contém este mandamento:
"Ao Eterno, teu D-us, temerás, a Ele servirás, e, pelo Seu nome,
jurarás" (Deuteronômio 6:13; ver 10:20).
Yeshua mandou um leproso oferecer o sacrifício prescrito por D-us, em razão do restabelecimento da doença (Mateus 8:4; Levítico 14:2-7, 20)
...depois mudou de idéia, dando uma extensão ao ensino ético dos profetas de Israel, postou-se contra os sacrifícios, dizendo que só a misericórdia bastaria aos pecadores, não o sacrifício (Mateus 9:13)
Quem era o Sumo Sacerdote, naquele tempo, perante a qual Yeshua compareceu?
...era Caifás (Mateus 26:57)
...era Anás (Atos 4:6; Lucas 3:2)
XVI – Contradições
O julgamento de Yeshua ocorreu perante o Sinédrio...
...á noite, logo após sua prisão (Marcos 4:17, 43, 46, 53, 55, 72)
...não, o julgamento ocorreu de manhã, perante o Sanhedrin (Lucas 22:66-71).
...não, segundo João, não houve reunião do Sanhedrin, mas apenas
Anás interrogou Yeshua e depois o enviou o Caifás (João 18:13, 19-24)
A Torá sustenta que o Criador “repousou” no sétimo dia da semana, o santo Shabat (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11), que é o quarto mandamento instituído por Ele, bendito seja, aos judeus.
...mas o Nazareno, dizendo-se Seu filho predileto - outro fato que contraria o judaísmo, pois na verdade somos todos filhos de D’us - disse que imitava ao Pai, que trabalhava no Shabat! (João 5:8, 9). O ponto em questão, aqui, é dar-lhe uma conotação de criação durante o tempo dedicado 'a adoração do Criador.
Yeshua declarou que os humanos cansados, que o buscassem, achariam alívio para suas almas, porque ele era manso e humilde de coração (Mateus 11:28, 29).
No entanto, muitos o abandonaram, não suportando sua pregação confusa, ao induzir as pessoas a entender que ele lhes estava incentivando a violar a Torah, além de fazê-las sentir-se inúteis (João 6:35-60; Lucas 16:8; 17:10)
Bibliografia:
www.judeus.org
wikipedia
Imagens meramente ilustrativas tiradas da internet